Política de privacidade
Esta política explica que dados pessoais trato, para quê, com que fundamento, durante quanto tempo, com quem os partilho e como podes exercer os teus direitos. Aplica-se ao site mundon.pt, às propostas que publico em propostas.mundon.pt, às mensagens que me envias e aos serviços que presto aos meus clientes.
1. Quem é responsável pelos teus dados
Sou eu, Carlos Alberto Pina Bastos, e trabalho com o nome MundOn.
NIF: 251922405
Morada: Rua Caeiro da Mata, n.º 13, 2.º Frente, 3400-089 Oliveira do Hospital
E-mail: kikos@mundon.pt
Para qualquer questão sobre os teus dados, escreve-me para kikos@mundon.pt.
2. Que dados trato, para quê e com que fundamento
- Visitas ao site e às propostas. Quando abres uma página do meu site ou de uma proposta, o servidor onde as páginas estão guardadas regista automaticamente dados técnicos do acesso: o endereço IP, a data e a hora, a página pedida e o navegador usado. Servem para manter o site seguro e resolver problemas. Fundamento: o meu interesse legítimo em proteger o site (artigo 6.º, n.º 1, alínea f), do RGPD).
- Mensagens que me envias. Quando me escreves por e-mail, uso o teu nome, o teu endereço de e-mail e o que me contares para te responder e acompanhar o teu pedido, por exemplo para te preparar um preço. Fundamento: diligências pré-contratuais a teu pedido ou o meu interesse legítimo em responder a quem me contacta (artigo 6.º, n.º 1, alíneas b) e f), do RGPD).
- Clientes. Para fazer o site de um cliente, mantê-lo no ar e fazer as alterações, trato os dados de identificação e de contacto do cliente ou de quem o representa (nome, NIF, morada, e-mail e telefone), os dados do contrato e dos pagamentos, as mensagens que troco com o cliente e os textos e fotografias que ele me envia para o site. Fundamento: execução do contrato (artigo 6.º, n.º 1, alínea b), do RGPD).
- Endereço do site do cliente. Quando registo o endereço do site (por exemplo, onome.pt) em nome do cliente, dou à empresa de registo e à entidade que gere os endereços .pt os dados que elas pedem ao titular, como o nome, o NIF, a morada e o e-mail. Fundamento: execução do contrato.
- Faturação. Uso o nome, o NIF e os dados do serviço para emitir as faturas e cumprir as obrigações fiscais e contabilísticas. Fundamento: cumprimento de obrigações legais (artigo 6.º, n.º 1, alínea c), do RGPD).
- Trabalhos que mostro. Só mostro no meu site o site de um cliente se ele me autorizar. O cliente pode retirar a autorização a qualquer momento, e eu tiro o trabalho do site. Fundamento: consentimento (artigo 6.º, n.º 1, alínea a), do RGPD).
- Reclamações. Se apresentares uma reclamação, por exemplo no Livro de Reclamações Eletrónico, uso os dados que lá indicares para a tratar e para te responder. Fundamento: cumprimento de obrigações legais.
- Negócios a quem faço propostas. Explico esta parte em pormenor no ponto 3.
Quando o site de um cliente fica guardado comigo (nos servidores que alugo) ou trato da manutenção dele, trato também dados das pessoas que usam esse site, por exemplo encomendas ou marcações. Nesses casos, o responsável por esses dados é o cliente: eu trato-os apenas em nome dele, segundo as suas instruções e nos termos de um acordo escrito (artigo 28.º do RGPD). Aplica-se a política de privacidade do site do cliente.
Não vendo dados pessoais e não tomo decisões exclusivamente automatizadas que tenham efeitos jurídicos para ti ou que te afetem de forma igualmente significativa.
3. Prospeção comercial: os negócios a quem faço propostas
Parte do meu trabalho é encontrar negócios locais a quem um site novo pode ser útil, preparar-lhes uma proposta e apresentá-la. Faço-o com informação que os próprios negócios tornaram pública. Se recebeste uma proposta minha, é aqui que explico o que faço com os dados do teu negócio (artigo 14.º do RGPD).
Que dados uso
- o nome do negócio, a atividade, a localidade e a morada que o negócio publica;
- os contactos públicos do negócio: telefone, e-mail, perfis nas redes sociais e endereço do site;
- o nome de quem está à frente do negócio, quando é o próprio negócio a publicá-lo;
- os serviços, preços, horários, textos e fotografias publicados pelo negócio, sem fotografias em que se reconheçam clientes ou outras pessoas;
- a nota e o número de opiniões no Google;
- informação pública sobre o site atual e o endereço do site, se existirem;
- notas minhas sobre o que vi e uma prioridade interna, que me ajuda a escolher a que negócios propor primeiro;
- as notas dos meus contactos: datas, respostas e, se for o caso, o pedido para não voltar a ser contactado.
As fotografias e os textos continuam a ser do negócio. Só os uso para mostrar como o site podia ficar; se aceitares a proposta, peço-te autorização para os usar no site verdadeiro.
De onde vêm
De fontes acessíveis ao público: o perfil do negócio no Google Maps, as páginas do negócio no Instagram e no Facebook, o site do negócio, as plataformas de marcações e reservas onde o negócio aparece e, quando é preciso, os registos públicos de endereços de sites e de empresas.
Para quê
Para perceber se um site novo pode ajudar o negócio, preparar uma proposta à medida, apresentá-la e, se houver interesse, conversar sobre ela. A proposta é uma página privada em propostas.mundon.pt: não aparece no Google nem noutros motores de pesquisa e só a vê quem tiver a ligação. No topo, diz claramente que é uma proposta da MundOn e não o site oficial do negócio.
Com que fundamento
O meu interesse legítimo em dar a conhecer os meus serviços a negócios que deles podem beneficiar (artigo 6.º, n.º 1, alínea f), do RGPD).
Pesei este interesse com os teus direitos: uso só a informação profissional que o próprio negócio publicou para se dar a conhecer, e só para esta finalidade; a proposta é privada; envio no máximo uma mensagem e um seguimento; guardo os dados só durante o tempo indicado abaixo; e basta uma resposta tua para eu parar e apagar a proposta.
Como contacto os negócios
No primeiro contacto digo quem sou, de onde vieram os dados e como podes recusar.
- Sociedades (por exemplo, uma Lda. ou uma Unipessoal Lda.): sem consentimento prévio, só lhes envio e-mails, para o e-mail da empresa, e nunca às que estejam inscritas na lista de oposição da Direção-Geral do Consumidor ou que já me tenham dito que não.
- Empresários em nome individual e outras pessoas singulares: não lhes envio e-mails, SMS nem mensagens sem o seu consentimento prévio (artigo 13.º-A da Lei n.º 41/2004). Com estes negócios, o primeiro contacto é feito pessoalmente ou por carta.
Antes de contactar, confirmo nas fontes públicas se o negócio é uma sociedade e consulto a lista de oposição da Direção-Geral do Consumidor. Não envio SMS nem mensagens por WhatsApp ou nas redes sociais.
Quem recebe estes dados
O próprio negócio, a quem envio a ligação para a proposta, e as empresas indicadas no ponto 5: a que guarda as propostas nos seus servidores e a que me fornece o e-mail e os documentos de trabalho, que tratam os dados por minha conta, e o fornecedor do assistente de inteligência artificial que me ajuda a organizar a pesquisa e a preparar as propostas, que os trata por conta própria.
Durante quanto tempo
- Se não me responderes: guardo a proposta e as notas da pesquisa, no máximo, 12 meses depois do último contacto. Depois, apago tudo, incluindo o registo do negócio na minha lista.
- Se eu acabar por não te contactar: apago a pesquisa e as notas que fiz, no máximo, 1 mês depois de recolher os dados.
- Se me disseres que não tens interesse, pedires para apagar ou te opuseres: apago tudo no prazo máximo de um mês, como explico a seguir, e fica só a nota para não te voltar a contactar.
- Se responderes e quiseres falar comigo: enquanto a conversa durar e, depois, como as mensagens que me envias (ponto 4). Se passares a cliente, aplicam-se os prazos dos clientes.
- A nota de que não queres ser contactado: tem só o nome do negócio, os contactos usados, a data e essa indicação. Fica enquanto eu fizer propostas a negócios, porque é ela que garante que não te volto a contactar, e não serve para mais nada.
Podes opor-te a qualquer momento
Tens o direito de te opor, a qualquer momento, sem indicar motivo e sem custos, a que eu use os dados do teu negócio para te fazer propostas (artigo 21.º do RGPD). Basta responderes à minha mensagem ou escreveres para kikos@mundon.pt a dizer que não queres ser contactado. Deixo de te contactar e, no prazo máximo de um mês, apago a proposta, as notas, as fotografias e os documentos e confirmo-te por escrito que está feito. Guardo apenas a nota para não te voltar a contactar. Tens também os restantes direitos do ponto 8, incluindo o de reclamar à CNPD.
4. Durante quanto tempo guardo os dados
- Registos técnicos das visitas: durante o prazo definido pela empresa que guarda o site nos seus servidores, e depois são apagados.
- Mensagens que não resultem num contrato: até 1 ano depois do último contacto.
- Dados de clientes: durante o contrato e, depois, enquanto forem necessários para cumprir obrigações legais ou para provar o cumprimento do contrato, até prescreverem os direitos em causa (artigo 21.º, n.º 3, da Lei n.º 58/2019).
- Faturas e documentos que as suportam: durante os 10 anos seguintes ao ano em que foram emitidos, como exige a lei fiscal (artigo 52.º do Código do IVA e artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 28/2019).
- Prospeção comercial: como explicado no ponto 3.
- Trabalhos que mostro: até o cliente retirar a autorização.
- Reclamações: até 3 anos depois de ficarem resolvidas.
No fim destes prazos, os dados são apagados ou anonimizados.
5. Com quem partilho os dados
Estas empresas prestam-me serviços e, para isso, tratam dados por minha conta (a lei chama-lhes subcontratantes):
- Servidores do site e das propostas: ShiftRoar, Unipessoal Lda (Núcleo Digital), com servidores em Frankfurt, na Alemanha.
- E-mail, documentos, folhas de cálculo e os ficheiros dos clientes (Gmail e Google Drive): Google Cloud EMEA Limited (Google Workspace), na Irlanda.
Uso também um assistente de inteligência artificial para organizar a pesquisa e preparar textos e propostas. No plano que uso, o fornecedor desse assistente, a Anthropic Ireland, Limited, na Irlanda, não trata os dados por minha conta: recebe só os dados de que precisa para essas tarefas e trata-os por conta própria (é ele o responsável por esses dados), segundo a sua política de privacidade. Nunca lhe dou dados das pessoas que usam os sites dos meus clientes.
Outras entidades recebem dados como responsáveis autónomas, quando é preciso:
- a Associação DNS.PT, que gere os endereços .pt, e a empresa de registo, quando registo o endereço do site de um cliente;
- o contabilista certificado, se for o caso, e a Autoridade Tributária e Aduaneira, para cumprir as obrigações fiscais;
- as entidades que processam os pagamentos, por exemplo o banco numa transferência;
- a entidade que gere o Livro de Reclamações Eletrónico e a entidade competente para apreciar a reclamação, se apresentares uma reclamação;
- os tribunais e outras autoridades, quando a lei o exigir.
Não vendo nem cedo os teus dados para fins de marketing de terceiros.
6. Transferências para fora do Espaço Económico Europeu
O meu site e as propostas estão guardados em servidores na União Europeia. Alguns fornecedores podem tratar dados fora do Espaço Económico Europeu (os países da União Europeia, a Islândia, o Listenstaine e a Noruega), nomeadamente nos Estados Unidos:
- Google: as transferências assentam nas garantias previstas no RGPD: a decisão de adequação da Comissão Europeia relativa ao Quadro de Privacidade de Dados UE-EUA, a que a Google LLC aderiu, ou as cláusulas contratuais-tipo aprovadas pela Comissão Europeia, previstas no contrato de tratamento de dados da Google.
- Fornecedor do assistente de inteligência artificial: segundo a sua política de privacidade, quando transfere dados para fora do Espaço Económico Europeu, apoia-se em decisões de adequação da Comissão Europeia ou em cláusulas contratuais-tipo. Como trata os dados por conta própria, é ele o responsável por essas transferências.
Podes pedir-me uma cópia das garantias da Google ou mais informação, escrevendo para kikos@mundon.pt.
7. Cookies
Este site não guarda cookies no teu navegador e não usa ferramentas de estatística, de publicidade ou de redes sociais. Sabe mais na Política de cookies.
8. Os teus direitos
Podes, a qualquer momento e sem custos:
- saber que dados tenho sobre ti e pedir uma cópia (acesso);
- corrigir dados errados ou incompletos (retificação);
- pedir que eu os apague, por exemplo quando já não forem necessários, se retirares o consentimento ou se te opuseres ao tratamento (apagamento);
- pedir que eu limite o tratamento (limitação);
- opor-te ao tratamento baseado no meu interesse legítimo e, sempre que quiseres, à prospeção comercial (oposição);
- receber os dados que me deste num formato estruturado, para os levar para outro serviço (portabilidade);
- retirar o consentimento que me tenhas dado, sem afetar o que foi feito antes.
Para exercer qualquer destes direitos, escreve-me para kikos@mundon.pt. Respondo no prazo de um mês. Nos pedidos complexos ou numerosos, a lei permite alargar este prazo por mais dois meses; nesse caso, aviso-te dentro do primeiro mês. Posso pedir-te informação para confirmar a tua identidade.
Tens também o direito de apresentar reclamação à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), por escrito: no formulário de participação da CNPD, por e-mail para geral@cnpd.pt ou por carta para Av. D. Carlos I, 134, 1.º, 1200-651 Lisboa.
9. Segurança
O site usa ligação segura (o cadeado ao lado do endereço). O acesso aos servidores, ao e-mail e aos documentos de trabalho está limitado às pessoas autorizadas e protegido por credenciais próprias, e há cópias de segurança.
10. Alterações
Posso atualizar esta política, por exemplo se mudar as empresas que me prestam serviços. A versão em vigor está sempre nesta página. Última atualização: 7 de outubro de 2026.